(UFGD 2018) Ao analisar a relação do Estado com os povos indígenas no Brasil

(UFGD 2018) Ao analisar a relação do Estado com os povos indígenas no Brasil, a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha afirma: [...] A part...
(UFGD 2018) Ao analisar a relação do Estado com os povos indígenas no Brasil, a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha afirma:

[...] A partir da expulsão dos jesuítas por Pombal, em 1759, e sobretudo a partir da chegada de d. João VI ao Brasil, em 1808, a política indigenista viu sua arena reduzida e sua natureza modificada: não havia mais vozes dissonantes quando se tratava de escravizar índios e de ocupar suas terras. A partir de meados do século XIX, com efeito a cobiça se desloca do trabalho para as terra indígenas. Um século mais tarde, deslocarse-á novamente: do solo, passará para o subsolo indígena.
CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. Introdução a uma História Indígena. In. __ (Org.).
História dos Índios no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1992. p. 16.

A respeito da política indigenista brasileira, abrangendo desde o período colonial até a atualidade, é correto afirmar que

(A) no Brasil indígenas nunca foram escravizados.

(B) as terras dos povos indígenas não foram objeto de esbulho por parte dos colonizadores.

(C) as terras indígenas passaram a ser protegidas pelo direito constitucional brasileiro a partir de 1988.

(D) a mineração e a exploração de hidroeletricidade em terras indígenas amazônicas proporcionam muitos benefícios aos povos indígenas afetados, inclusive no que diz respeito à preservação da biodiversidade.

(E) a Constituição Federal de 1988 abandonou as metas do indigenismo assimilacionista e reconheceu o direito originário sobre as terras de ocupação tradicional indígena.


QUESTÃO ANTERIOR:
- (UFGD 2018) Destinada a representar, nos limites de um dado Estado, a totalidade dos interesses do proletariado como classe, em oposição a todos os interesses parciais e de grupo do proletariado, a socialdemocracia esforça-se naturalmente, em toda parte, por unir todos os grupos nacionais, religiosos e profissionais da classe operária num partido comum, unitário.

RESPOSTA:
(E) a Constituição Federal de 1988 abandonou as metas do indigenismo assimilacionista e reconheceu o direito originário sobre as terras de ocupação tradicional indígena.

PRÓXIMA QUESTÃO:
- (UFGD 2018) O sociólogo francês Raymond Aron assim se referiu a um determinado período histórico do século passado: "Guerra improvável, paz impossível". Tal frase evidencia o contexto marcado pela

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