UNICAMP 2021: Segundo o autor de “O machismo na linguagem”,

UNICAMP 2021: Segundo o autor de “O machismo na linguagem”,
Num mundo dominado por homens, a mulher é tratada como um ser diferenciado, que merece uma designação especial. Enquanto a expressão “o homem” pode equivaler a “o ser humano”, como na frase “O homem é mortal”, a expressão “a mulher” só se refere aos seres humanos do gênero feminino. A língua também revela um tratamento diferente dado à mulher na sociedade ao conter designações específicas para ela, inexistentes para o homem. Assim, a mulher de um chefe de governo é chamada de “primeira-dama”, mas o marido de uma mulher que desempenha aquele cargo não é chamado de “primeiro-cavalheiro”.

Conta-se que Cecília Meireles recusava a designação de “poetisa”, por achar que esse termo não tinha a mesma conotação de “poeta” (usado para os homens), ao contrário, soava até pejorativo. Por outro lado, Dilma Rousseff exigia que a tratassem por “presidenta” para enfatizar que quem ocupava o cargo de chefe da nação brasileira era finalmente uma mulher.
(Adaptado de Francisco Jardes Nobre de Araújo, O machismo na linguagem.
Disponível em https://www.parabolablog.com.br/index.php/ blogs/o-machismona-linguagem?fbclid=IwAR0n7sVvu2mNioWa1Gpp0BZL4TP6Uo-hGK7DKyltgIxk
d tRfoOaI6OEPCZE. Acessado em 05/06/2020.)

UNICAMP 2021: Segundo o autor de “O machismo na linguagem”,

a) o hábito de usar “o homem” para representar a humanidade faz com que o feminino se torne um gênero subalterno.

b) a prática da designação do gênero feminino na língua portuguesa leva ao fim do privilégio do masculino na linguagem.

c) o emprego de palavras no feminino evita o viés machista e incentiva uma menor diferenciação entre os gêneros.

d) a escolha de algumas palavras para marcar o gênero feminino pode se relacionar com a valorização social da mulher.

QUESTÃO ANTERIOR:

RESOLUÇÃO (Cursos Objetivo):
Os termos “primeira dama”, “poeta” e “presidenta” são empregados, segundo o texto, para marcar a “valorização social da mulher”. Em a, não cabe o termo “um gênero subalterno”, visto que, no texto, o autor menciona que a mulher “merece uma designação especial”; em b, não há referência textual “ao fim do privilégio do masculino”; em c, as palavras no feminino não evitam uma “menor diferenciação entre os gêneros”.

GABARITO:
d) a escolha de algumas palavras para marcar o gênero feminino pode se relacionar com a valorização social da mulher.

PRÓXIMA QUESTÃO:

QUESTÃO DISPONÍVEL EM:

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