A cor local que a personagem velha Totonha colocava em suas histórias é ilustrada, pelo autor, na seguinte passagem

ENEM 2003 - QUESTÃO 12
A velha Totonha de quando em vez batia no engenho. E era um acontecimento para a meninada. (...) andava léguas e léguas a pé, de engenho a engenho, como uma edição viva das histórias de Mil e Uma Noites (...) era uma grande artista para dramatizar. Tinha uma memória de prodígio. Recitava contos inteiros em versos, intercalando pedaços de prosa, como notas explicativas. (...) Havia sempre rei e rainha, nos seus contos, e forca e adivinhações. O que fazia a velha Totonha mais curiosa era a cor local que ela punha nos seus descritivos. (...) Os rios e as florestas por onde andavam os seus personagens se pareciam muito com o Paraíba e a Mata do Rolo. O seu Barba-Azul era um senhor de engenho de Pernambuco.
(José Lins do Rego. Menino de engenho)

A cor local que a personagem velha Totonha colocava em suas histórias é ilustrada, pelo autor, na seguinte passagem:

(A) “O seu Barba-Azul era um senhor de engenho de Pernambuco”.

(B) “Havia sempre rei e rainha, nos seus contos, e forca e adivinhações”.

(C) “Era uma grande artista para dramatizar. Tinha uma memória de prodígio”.

(D) “Andava léguas e léguas a pé, como uma edição viva das Mil e Uma Noites”.

(E) “Recitava contos inteiros em versos, intercalando pedaços de prosa, como notas explicativas”.

QUESTÃO ANTERIOR:

GABARITO:
(A) “O seu Barba-Azul era um senhor de engenho de Pernambuco”.

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