Pois, para que eu seja livre, não é necessário que eu seja indiferente na escolha de um ou de outro dos dois contrários

 ENADE - QUESTÃO 37

Pois, para que eu seja livre, não é necessário que eu seja indiferente na escolha de um ou de outro dos dois contrários; mas, antes, quanto mais eu pender para um, seja porque eu conheça evidentemente que o bom e o verdadeiro aí se encontrem, seja porque Deus disponha assim o interior do meu pensamento, tanto mais livremente o escolherei e o abraçarei, [...] pois, se eu conhecesse sempre claramente o que é verdadeiro e o que é bom, nunca estaria em dificuldade para deliberar que juízo ou que escolha deveria fazer; e assim seria inteiramente livre sem nunca ser indiferente.
Descartes. Meditações. Coleção Os Pensadores.

A partir desse texto, analise as asserções a seguir.

A criatura humana pode errar ao fazer determinadas escolhas

porque

sua vontade livre se estende às coisas que não entende.

Acerca das asserções acima, assinale a opção correta.

A) As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.

B) As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.

C) A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda é uma proposição falsa.

D) A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda é verdadeira.

E) As duas asserções são proposições falsas.

QUESTÃO ANTERIOR:

GABARITO:
A) As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.

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