No verão de 1949, os nativos estavam inquietos no país do Carnaval. As cuícas iriam roncar nas ruas do

No verão de 1949, os nativos estavam inquietos no país do Carnaval. As cuícas iriam roncar nas ruas do
No verão de 1949, os nativos estavam inquietos no país do Carnaval. As cuícas iriam roncar nas ruas do Rio em fevereiro, e as válvulas dos Philcos já pegavam fogo ao som dos sucessos daquele ano. De três em três minutos, a Rádio Nacional martelava “Chiquita Bacana”, com Emilinha Borba. Era um massacre, a que nem os surdos eram poupados. E até que aquele não seria um Carnaval dos piores: alguns sambas e marchinhas eram divertidos, como o eufórico “Que samba bom!”. E dezenas de outros, feitos para durar apenas por pouco tempo, mas que as pessoas aprendiam e cantavam - nada a ver com os paquidérmicos sambas-enredo de hoje. As escolas de samba existiam em função dos sambistas, não dos cambistas - não que elas fossem muito importantes para o Carnaval. E, como não existia televisão, ninguém ficava apalermado em casa, vivendo vicariamente o espalhafato alheio. Saía-se às ruas para brincar e, durante os dois primeiros meses do ano, todo o Rio de Janeiro era um Carnaval com um elenco de milhões. Mais exatamente 2 377 451 figurantes, segundo diria o IBGE em 1950.
Adaptado de Chega de saudade, de Ruy Castro

MACKENZIE 2012.2 - QUESTÃO 01
Assinale a alternativa INCORRETA.

a) A palavra inquietos (linha 01) poderia ser substituída, sem prejuízo para o sentido original do fragmento, por “irrequietos”.

b) Os dois pontos (linha 06) introduzem explicitação do que foi afirmado no período imediatamente anterior.

c) A conjunção adversativa mas (linha 09) pode ser substituída pela equivalente “e”, sem que haja alteração semântica do trecho.

d) A expressão nada a ver (linha 10) apresenta duas possibilidades de grafia: a própria “nada a ver” e a equivalente “nada há ver”.

e) A expressão em função (linha 11) denota sentido de explicação, equivalente ao que seria expresso também pela forma “por causa de”.

GABARITO:
 d) A expressão nada a ver (linha 10) apresenta duas possibilidades de grafia: a própria “nada a ver” e a equivalente “nada há ver”.

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