O fragmento de canção que estabelece correspondências com as relações familiares representadas

O fragmento de canção que estabelece correspondências com as relações familiares representadas
QUESTÃO 08
CEFET-MG: O fragmento de canção que estabelece correspondências com as  relações familiares representadas em Eu e o silêncio do meu pai é

a) No centro da sala, diante da mesa
No fundo do prato, comida e tristeza
A gente se olha, se toca e se cala
E se desentende no instante em que fala
Medo, medo, medo [...].

Pai na cabeceira: É hora do almoço
Minha mãe me chama: É hora do almoço
[...] Minha avó me reclama: É hora do almoço!

BELCHIOR. Na hora do almoço. In: Um concerto bárbaro. Universal, 1995.

b) E ali em frente a mim você me disse,
Que a falta que eu nunca te fiz então se fez
E desabando como um edifício
abria um abismo a nossos pés.
Você nos viu tão bem, 
no fundo de ninguém,
e o que se revelava a sós:
Que elo nos valeu
Que elo, ela e eu
e a lua absurda sobre nós...

DNA DNA
Dança sua dança, 
dança em espirais,
DNA DNA.

WISNIK, Zé Miguel. “DNA” In: Pérolas aos poucos. Circus, 2003.

c) Um rei assim
não ouve muito bem
e adora luz;
sem ver ninguém
prefere olhar
o horizonte, o céu:
longe daqui
é tudo seu. 

Seu sangue azul
ninguém diz de onde vem
de que sertão
que mar, que além;
e para nós
ele jamais se abriu
senão uma vez
depois partiu. 

CÍCERO, Antonio; LIMA, Marina. “Eu vi o rei” In: O chamado. EMI-Odeon, 1993.

d) Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

De muito gorda a porca já não anda
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito, resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade. 

HOLANDA, Chico Buarque de; GIL, Gilberto. “Cálice” In: Chico Buarque. Polygram/ Philips, 1978.

QUESTÃO ANTERIOR:

GABARITO:
a) No centro da sala, diante da mesa
No fundo do prato, comida e tristeza
A gente se olha, se toca e se cala
E se desentende no instante em que fala
Medo, medo, medo [...].

Pai na cabeceira: É hora do almoço
Minha mãe me chama: É hora do almoço
[...] Minha avó me reclama: É hora do almoço!

BELCHIOR. Na hora do almoço. In: Um concerto bárbaro. Universal, 1995.

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