ENADE: Os benefícios do manejo dietético para cães e gatos acometidos de insuficiência renal crônica são reconhecidos há mais de uma década

ENADE: Os benefícios do manejo dietético para cães e gatos acometidos de insuficiência renal crônica são reconhecidos há mais de uma década
ENADE: Os benefícios do manejo dietético para cães e gatos acometidos de insuficiência renal crônica são reconhecidos há mais de uma década. A principal modificação introduzida foi a restrição protéica, cuja finalidade básica é diminuir a produção de catabólitos nitrogenados tóxicos, causadores da manifestação clínica de uremia.

Atualmente, o acompanhamento nutricional do paciente urêmico adquiriu conotação mais ampla, que é a de assegurar o estado nutricional adequado, de atuar nas conseqüências da insuficiência renal, como o hiperparatireoidismo secundário e, além disso, de auxiliar na correção de algumas das alterações metabólicas existentes.

Portanto, o médico veterinário que trabalha com pequenos animais deve ter ciência da importância dos conhecimentos sobre nutrição, de modo a aplicá-los adequadamente em sua rotina clínica. Diante deste panorama, é correto concluir:

(A) A oferta de proteína dietética para os gatos com doença renal crônica deve ser menor que nos cães, uma vez que os gatos requerem quantidades significativamente menores de proteína quando comparados com os cães.

(B) Na doença renal, as dietas de cães e gatos devem apresentar restrição de gordura, uma vez que o aumento da densidade energética da dieta é acompanhado de consumo de maiores quantidades de alimento.

(C) Para os cães e os gatos, a hiperfosfatemia deve ser minimizada pela limitação do consumo dietético e da absorção intestinal de fósforo, o que pode ser alcançado com a restrição da proteína dietética.

(D) Na insuficiência renal crônica, observa-se freqüentemente o desenvolvimento de hipertensão arterial sistêmica; no entanto, para cães e gatos, não é necessária a restrição dietética no consumo do sódio.

(E) Em gatos, as concentrações sangüíneas de potássio devem ser cuidadosamente monitoradas, pois a restrição do consumo pode ser necessária, uma vez que a hipercalemia é uma alteração muito freqüente na doença renal crônica dessa espécie.

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GABARITO:
(C) Para os cães e os gatos, a hiperfosfatemia deve ser minimizada pela limitação do consumo dietético e da absorção intestinal de fósforo, o que pode ser alcançado com a restrição da proteína dietética.

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