CEFET-MG: O termo em destaque diferencia-se sintaticamente dos demais em:

A questões de  (08)  a  (10)  referem-se aos textos I e II. TEXTO II Trecho de entrevista de Luis Fernando Veríssimo à revista Língua Portug...
A questões de (08) a (10) referem-se aos textos I e II.

TEXTO II

Trecho de entrevista de Luis Fernando Veríssimo à revista Língua Portuguesa.

Se você pudesse resumir a técnica da crônica, como seria?

É difícil dar uma receita, pois a crônica é um gênero indefinido, desde sempre. Você pode falar do que quiser e chamar o que escreveu de “crônica”, e o que sair será efetivamente uma crônica. Como sob esse rótulo cabe tudo, há também muito de invenção, muito exercício de estilo. Agora, tirando a grande geração de cronistas, como Rubem Braga, Antonio Maria e Paulo Mendes Campos, não sei se o termo “crônica” caberia ao que se escreve hoje com esse nome. A crônica que eles faziam estava mais perto do lírico, sem ser alienada. Hoje em dia, o que se escreve como “crônica” é muito mais factual do que antes. Paulo Mendes Campos podia fazer crônicas que eram genuínas peças literárias, o próprio Rubem Braga escrevia um tipo de texto com aquele seu jeito despojado, mas ainda assim lírico. Hoje, a ênfase do que se lê por aí é comentar, é testemunhar o momento. 

Com o que você mais se preocupa quando vai escrever uma crônica?

Busco, quando posso, imprimir certa variedade ao material, seja na maneira de escrever ou na abordagem. Mas tudo depende de ter ou não tempo para pensar muito sobre um assunto. Às vezes, há questões obrigatórias no ar. Fora essas, traço o tema que me ocorre. Já houve tempo em que me era indiferente a dificuldade de encontrar o tema de uma crônica ou as observações que dão molho a ela. Mas, ultimamente, tem sido cada vez mais complicado encontrar o tema sobre o qual falarei. Tenho a impressão de que tudo já foi escrito, tudo já foi dito. Tenho, nessas horas, certa hesitação. Sempre. 

VERÍSSIMO, Luiz Fernando. Muito além do gênero. Entrevista a Luiz Costa Pereira Junior. Revista Língua Portuguesa. Disponível em: < http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11769>. Acesso em: 21 set. 2011 (Fragmento)

QUESTÃO 10
CEFET-MG: O termo em destaque diferencia-se sintaticamente dos demais em:

a) “Tenho a impressão de que tudo já foi escrito, tudo já foi dito” 

b) “Você pode falar do que quiser e chamar o que escreveu de “crônica...”

c) “...não sei se o termo “crônica” caberia ao que se escreve hoje com esse nome.”

d) “Paulo Mendes Campos podia fazer crônicas que eram genuínas peças literárias...”

QUESTÃO ANTERIOR:

GABARITO:
a) “Tenho a impressão de que tudo já foi escrito, tudo já foi dito” 

RESOLUÇÃO:
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