ENADE 2022: Quando Ametista levava situações de racismo sofrido por ela para a terapia, sua terapeuta branca tentava convencê-la

ENADE 2022:  Quando Ametista levava situações de racismo sofrido por ela para a terapia, sua terapeuta branca tentava convencê-la de que “so...
ENADE 2022: Quando Ametista levava situações de racismo sofrido por ela para a terapia, sua terapeuta branca tentava convencê-la de que “somos todos um, que somos todos iguais...". Ao ser entrevistada, Ametista verbalizou: “todas as experiências (com psicoterapeutas) que eu tive sempre confirmaram  as críticas de que a Psicologia não daria conta das especificidades das vivências raciais” e completou:  "Parece que as pessoas não ouviam o que eu estava falando e afirmavam uma universalidade  da experiência”.
DAMASCENO, M. G.; ZANELLO, V. Psicoterapia, raça e racismo no
contexto brasileiro: experiências e percepções de mulheres negras.
Psicologia em Estudo, v. 24, p. 1-15, 2019 (adaptado).

A partir do texto e considerando as vivências da população negra em razão do racismo, assinale a opção correta.

(A) As teorias psicológicas, em sua maioria, abordam as relações raciais como constituintes do sofrimento psíquico, não corroborando com o silenciamento de vítimas de racismo, como Ametista.

(B) O racismo estrutural observado nas relações sociais cotidianas não é facilmente observado no contexto terapêutico, uma vez que apenas uma pequena parcela de pacientes apresenta essa demanda na psicoterapia.

(C) As questões raciais devem ser abordadas pelo paciente durante a sessão, cabendo ao terapeuta conduzir o processo a partir do discurso que lhe foi trazido e, se avaliar que é clinicamente relevante, incluir a problemática no processo terapêutico.

(D) A percepção de Ametista sobre seu processo terapêutico está equivocada, pois não há necessidade de tratar a relação e a aliança terapêutica de modo específico, com foco nas relações raciais, uma vez que isso pode gerar um obstáculo ao processo terapêutico.

(E) A profissional que atendia Ametista deveria abordar o assunto das relações raciais durante o processo terapêutico de modo direto ou dando continuidade ao relato dela, podendo, assim, aumentar a chance de estabelecer um vínculo e proporcionar maior progresso da psicoterapia.

RESOLUÇÃO:
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GABARITO:
(E) A profissional que atendia Ametista deveria abordar o assunto das relações raciais durante o processo terapêutico de modo direto ou dando continuidade ao relato dela, podendo, assim, aumentar a chance de estabelecer um vínculo e proporcionar maior progresso da psicoterapia.

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