ENADE 2017: Na Bahia, o maior centro urbano da colônia, um viajante do princípio do século XVII! notava que as casas se achavam dispostas segundo o capricho dos moradores

ENADE 2017: Na Bahia, o maior centro urbano da colônia, um viajante do princípio do século XVII! notava que as casas se achavam dispostas segundo o ca
INDAGACAO
ENADE 2017: Na Bahia, o maior centro urbano da colônia, um viajante do princípio do século XVII! notava que as casas se achavam dispostas segundo o capricho dos moradores. A cidade que os portugueses construíram na América não é produto mental, não chega a contradizer o quadro da natureza, e sua silhueta se enlaça na linha da paisagem.

Nenhum rigor, nenhum método, nenhuma previdência, sempre esse significativo abandono que exprime a palavra “desleixo” — palavra que o escritor Aubrey Bell considerou tão tipicamente portuguesa como “saudade” e que, no seu entender, implica menos falta de energia do que uma íntima convicção de que “não vale a pena..”
HOLANDA, S. 8. Raízes do Brasil [1936].São Paulo: Cia das Letras, 1995 (adaptado).

Considerando a imagem e o fragmento de texto acima, avalie as afirmações a seguir.

I. A Planta da Restituição da Bahia, traçada por João Albernaz, em 1631, é um documento que corrobora com as afirmações de Sérgio Buarque de Holanda, haja vista a evidente desorganização na disposição das moradias e a ausência de princípios de ordenação que orientassem a edificação e o crescimento dos ambientes urbanos coloniais.

II. A exemplo de Salvador, a existência de ambientes urbanos no litoral do Brasil entre os séculos XVI e XVII desempenhava fundamental papel como agente de defesa e como porto exportador, não se convertendo, entretanto, em espaço de exercício do poder político dado o caráter agrícola e predatório da exploração colonial no Brasil.

III. O mapa de João Albernaz não deve ser considerado uma fonte confiável para o estudo do traçado urbano de Salvador e de referência para o estudo de outras cidades e vilas coloniais, dada a existência de outros documentos escritos e imagéticos que atestam o caráter improvisado e espontâneo da edificação dos ambientes urbanos coloniais.

IV. A prevalência de uma economia exportadora e escravista não impediu, já nos séculos XV e XVII, a existência de cidades e vilas nas quais se reproduziam relações econômicas, políticas, culturais e religiosas típicas da Idade Moderna europeia e marcadas pelas características de uma sociedade multiétnica e colonial.

V. A formação de vilas e cidades no Brasil Colonial contribuiu para a estruturação das relações de poder em nível local e entre os diversos locais e a Coroa portuguesa e foi marcada por uma deliberada política de urbanização e ordenação do espaço, que se expressou, inclusive, em diversas ações administrativas sobre o uso do espaço urbano.

É correto apenas o que se afirma em

A) IV e V.
B) I, II e III.
C) I, II e V.
D) III, IV e V.
E) I, II, III e IV.

RESOLUÇÃO:
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GABARITO:
A) IV e V.

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