A maioria dos negros não entra nas universidades não porque são negros, e sim porque são pobres e não têm condições para um estudo mais forte

TEXTO I
A maioria dos negros não entra nas universidades não porque são negros, e sim porque são pobres e não têm condições para um estudo mais forte.
Carta ao editor da Folha de S. Paulo, 5 nov. 2002. In: 
SANTOS, S. A. (Org.). Ações afirmativas e combate ao
racismo nas Américas. Brasília: MEC, 2005 (adaptado).

TEXTO II
A ação de cotas para facilitar o acesso de negros à universidade é sem dúvida um dos pontos altos da luta contra o preconceito racial no Brasil.
Editorial. Jornal do Brasil, 28 ago. 2001. In: SANTOS, S. A. (Org.). 
Ações afirmativas e combate ao racismo nas Américas. 
Brasília: MEC, 2005 (adaptado).

As duas opiniões apresentadas correspondem a visões diferentes sobre as dificuldades encontradas pela população negra na tentativa de ingresso no curso universitário. A diferença básica entre essas opiniões resume-se no fato de a primeira

A) sugerir que os negros não têm dificuldades para ingressar na faculdade, enquanto a segunda ressalta os problemas de acesso desse grupo à universidade.

B) considerar que os negros não devem possuir o direito de ingressar em um curso superior, e a segunda revelar seu descaso com o acesso dos mais pobres à universidade.

C) afirmar que os negros não frequentam a escola e por isso não entram na universidade, enquanto a segunda garante que os negros são proibidos de cursar a universidade.

D) relacionar o problema do acesso desigual ao ensino universitário a condições de pobreza, e a segunda analisar esse mesmo problema com foco na questão racial.

RESOLUÇÃO:
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GABARITO:
D) relacionar o problema do acesso desigual ao ensino universitário a condições de pobreza, e a segunda analisar esse mesmo problema com foco na questão racial.

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