Questões Linguagens, Códigos e suas Tecnologias da UEMA 2018

Questões Linguagens, Códigos e suas Tecnologias da UEMA 2018

Sumário da prova:
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (01 - 15)
Língua Inglesa (16 - 20)
Língua Espanhola (16 - 20)
Ciências Humanas e suas Tecnologias (21 - 40)
Matemática, Ciências da Natureza e suas Tecnologias (41 - 60)

LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS

As questões de 01 a 04 tomam como base poemas da escritora Adélia Prado. A escritora mineira, do Modernismo brasileiro, dedicou-se à poesia desde 1971 com o livro “Lapinha de Jesus” junto com outro poeta, Lázaro Barreto. Cinco anos depois, publicou sozinha vários livros dentre os quais destaca-se “Coração Disparado”, coletânea que lhe garantiu o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do livro, em São Paulo.

Considerando que os textos podem dialogar entre si, leia o poema de Adélia Prado e, em seguida, compare com versos selecionados de outros autores para responder à questão 01.

Texto I
Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
− dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
PRADO, A. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1991.

QUESTÃO 01
UEMA 2018: Os versos que apresentam diálogo com esse poema são

a) “Boi espantosamente, boi
Morto, sem forma ou sentido
Ou significado.”
(Boi morto, Manuel Bandeira)

b) “Meu Deus, eu quero a mulher que passa.
Seu dorso frio é um campo de lírio,
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!”
(Mulher que passa, Vinicius de Moraes)

c) “Mas, afinal
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de Amor
É que são ridículas.”
(Cartas de amor, Fernando Pessoa)

d) “[...] essa dor da vida que devora
A ânsia da glória, o dolorido afã...
A dor no peito emudeceria ao menos
Se eu morresse amanhã!”
(Se eu morresse amanhã, Álvares de Azevedo)

e) “Quando nasci, um anjo torto
Desses que vivem na sombra
Disse: vai, Carlos! Ser gauche na vida.”
(Poema de sete faces, Carlos Drummond de Andrade)

Resposta.

Texto II
Bucólica nostálgica

 Ao entardecer no mato, a casa entre
 bananeiras, pés-de-manjericão e cravo-santo,
 aparece dourada. Dentro dela, agachados,
 na porta da rua, sentados no fogão, ou aí mesmo,
 rápidos como se fossem ao Êxodo, comem
 feijão com arroz, taioba, ora-pro-nobis,
 muitas vezes abóbora.
 Depois, café na canequinha e pito.
O que um homem precisa pra falar,
entre enxada e sono: Louvado seja Deus!
PRADO, A. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1991.

QUESTÃO 02
UEMA 2018: A poesia Bucólica nostálgica traduz artisticamente o cotidiano de homens comuns que jantam ao entardecer numa casa simples. No bucólico espaço em que se encontram, revela-se

a) a condição de pobreza mesclada de resignação e de fé na providência divina.
b) uma existência pontilhada de leveza e de religiosidade na vida rural.
c) a apatia do trabalhador associada ao misticismo praticado.
d) a realidade rural junto à esperança de dias melhores.
e) um inconformismo misturado às dores da vida.

Resposta.

QUESTÃO 03
UEMA 2018: A expressão “aí mesmo”, no texto II, denota, ao mesmo tempo localização e inclusão, e gera a possibilidade de

a) sátira acerca dos costumes rurais.
b) aproximação entre homens reunidos.
c) isolamento contemplativo no entardecer.
d) denúncia da miséria vivida pelas famílias.
e) identificação ante a escassez cotidiana de alimentos.

Resposta.

Texto III
Solar

Minha mãe cozinhava exatamente:
arroz, feijão-roxinho, molho de batatinhas.
Mas cantava.
PRADO, A. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1991.

QUESTÃO 04
UEMA 2018: Nesse texto poético, fala-se de uma mãe que canta ao mesmo tempo em que faz o preparo racional dos alimentos. A introdução do verbo cantar pela conjunção mas, nesse contexto, anuncia, além da ressalva,

a) um evento conclusivo.
b) uma ideia de alternância.
c) uma relação de explicação.
d) um elemento de excepcionalidade.
e) uma situação de complementaridade.

Resposta.

O capítulo, a seguir, extraído de Dias e Dias, de Ana Miranda, integra a segunda parte do livro intitulada “Um sabiá na gaiola”. Leia-o com atenção para responder ao que se pede nas questões 05 e 06.


Texto IV
Astúcia de caçador

Os sabiás são assim: você não pode caçar um sabiá crescido, porque ele nunca se acostuma na gaiola, ele vai definhando, fica tão triste que nem canta mais, e morre, você também não pode caçar os sabiás filhotes porque eles igualmente morrem quando ficam longe da mãe, então o que o papai fazia era caçar toda a ninhada com ninho e tudo, e caçava a mãe, ele punha a ninhada e o ninho dentro de uma gaiola, a mãe ele deixava solta depois que ela aprendia a encontrar os filhotes no ninho, a mãe vinha trazer as minhocas e as sementes para os filhotes no ninho e papai abria a porta da gaiola, a mãe alimentava os filhotes e ia voar, voltava depois, assim as coisas iam se passando, até que um dia os filhotes ficavam grandes, acostumados com a gaiola, e papai separava os filhotes, levava-os para lugares onde a mãe não os encontrava mais, e a mãe ficava triste, definhava, até morrer. Ele era capaz de palmilhar léguas e léguas para negociar um sabiá por sessenta milréis, porque ouvira falar que tinha um assobio diferente, e estava sempre barganhando gaiolas e pios.
MIRANDA, A. Dias e Dias. São Paulo: Cia das Letras, 2002.

QUESTÃO 05
UEMA 2018: No capítulo Astúcia de caçador, percebe-se que o discurso literário se utiliza do tom de convencimento para fazer o leitor acreditar na “astúcia” do pai caçador. Essa característica ocorre no uso do (da)

a) linguagem prosaica, que usa de uma metáfora para explicar a inteligência do pai.
b) adjetivação comedida que acentua a tragicidade do relato e a argúcia do pai.
c) pronome de tratamento você, que convoca para a narrativa a segunda pessoa verbal.
d) linguagem referencial e objetiva, que recorre à terceira pessoa verbal para ilustrar a esperteza do pai.
e) pontuação, sem uso de travessões, reticências, interrogações e exclamações, que intensifica a objetividade.

Resposta.

QUESTÃO 06
UEMA 2018: Infere-se da expressão “barganhando”, no texto IV, ao final do parágrafo, que o pai caçador negociava

a) economizando.
b) enganando.
c) disputando.
d) liquidando.
e) doando.

Resposta.

Leia o fragmento para responder à questão 07.

Texto V

[...] Caxias já era uma comarca próspera, os portugueses desde muito antigamente tinham se estabelecido lá para negócios de comércio, retalho, exportação, importação, eles animavam a economia, tinham os cargos políticos, controlavam os negócios públicos, até mesmo trocaram o velho churka por um descaroçador de algodão mais novo, construíram casas grandes de negócio e edifícios sólidos de cantaria, eram os donos de tudo por aqui e achavam que aqui era terra deles, sempre foram uns “espetados”, dizia papai. [...]
MIRANDA, A. Dias e Dias. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

QUESTÃO 07
UEMA 2018: No plano da expressividade e da intencionalidade discursiva, a caracterização metafórica dos portugueses traz a marca linguística de depreciação no seguinte trecho:

a) “eles animavam a economia”
b) “sempre foram uns „espetados'”
c) “eram os donos de tudo por aqui”
d) “Caxias já era uma comarca próspera”
e) “até mesmo trocaram o velho churka por um descaroçador de algodão”

Resposta.

O fragmento a seguir, extraído do capítulo Alma compassiva, serve de referência para responder à questão 08.

Texto VI

[...] E dizem em Caxias que sempre fui uma alma boa, titio falava isso, e Natalícia dizia: Ah, ela é uma boa samaritana! [...], sei que a Boa Samaritana queria dizer que eu dava trela mais a um filho de estrangeiro do que a um natural, que eu dava de beber a um inimigo e não a um brasileiro, mas como podia eu ser a boa samaritana se ela teve seis maridos? ou foram oito? ou doze? feliz dela que teve tantos amores, se é que amou, eu tive nenhum marido e apenas um único amor em toda a minha vida, um amor sem modos de o conseguir, [...] Maria Luiza disse que não entende como eu aceito ser uma preterida, [...]
MIRANDA, A. Dias e Dias. São Paulo: Cia. das Letras, 2002.

QUESTÃO 08
UEMA 2018: O trecho que apresenta marca da intenção comunicativa de negação do falante é o seguinte:

a) “eu tive nenhum marido”
b) “eu aceito ser uma preterida”
c) “eu dava de beber a um inimigo”
d) “E dizem em Caxias que sempre fui uma alma boa”
e) “eu dava trela mais a um filho de estrangeiro do que a um natural”

Resposta.

Uma das propriedades do narrador é, por meio das falas dos personagens, revelar determinada visão de mundo. Leia os fragmentos, sob essa perspectiva, para responder à questão 09.

I)
Ultimamente, sem saber como, (Pedro) havia perdido, um a um, os seus lápis de cor, só lhe restando agora, com uma velha caixa vazia [...], a saudade das horas que passava à mesa da varanda desenhando e pintando, com a Mãe
Lourença [...], e que por vezes exclamava, envaidecida:
− Este Pedro tem cada estrepolia!
E ela própria, na mesma voz mansa, o advertiu:
− Mas não é para isso que teu avô te quer. Pela vontade dele, tens de ser barqueiro, como ele, como teu pai, como teu avô. Toda a tua família se fez no mar.

II)
– O senhor devia por o seu rapaz na Marinha Mercante – sugeriu Clementino, descansando mais o corpo na borda do balaústre – Tem mais futuro. Conheço muita gente que tem feito carreira por lá. [...] Hoje a rapaziada quer viver num meio maior. E vamos e venhamos, não deixa de ter as suas razões. Nada como um meio grande. Vive-se a gosto, com mais conforto. [...]
Mestre Severino, semblante encrespado, cortou a conversa:
− Guarde os seus conselhos. Já vivi mais que o senhor, tenho também minhas ideias. Se quer ir num barco a motor, ainda está em tempo de saltar. Não me faz falta.
MONTELLO, J. Cais da Sagração. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.

QUESTÃO 09
UEMA 2018: Da fala de Lourença e de Mestre Severino, pode-se deduzir que há defesa de ideias que comportam

a) necessidade de modernização do trabalho.
b) desejo de ascensão econômica de Pedro.
c) valorização da profissão de barqueiro.
d) progressão social na família.
e) exaltação ao conforto.

Resposta.

Leia o fragmento a seguir para responder à questão 10.

Texto VII

Até ali a viagem tinha sido calma, o barco subindo e descendo suavemente na correnteza do canal. Agora tudo mudava. O mar alto dir-se-ia não querer aceitar no seu dorso o peso da embarcação que o vento empurrava, e de repente reagia, com uma onda alta atrás de outra, sempre rebramindo. A quilha da proa aceitava o desafio, repetindo a investida bravia, e outra vez a toalha de espuma era rasgada ao meio, por entre o rangido da mastreação.

A luz da tarde tinha-se tisnado com as primeiras sombras do anoitecer. Não se via mais a tonalidade rósea, riscada de barras sanguíneas, que tomava o horizonte quando o sol se escondia. [...]

[...] O próprio vento tinha ali uma voz diferente, a esfuziar no velame, a correr por cima das ondas. Criado ouvindo-lhe os gemidos, Pedro agora o desconhecia. Não era o vento que sibilava nas palmas dos coqueiros do quintal [...], nem a brisa crepuscular que levantava o pó do chão [...] espalhava na casa o cheiro ativo das latadas de jasmineiro; porém uma força brutal e cega que enchia as velas, adernava o barco, alteava as ondas bravias, e era assobio e ameaça, vaia e lamento. [...]
MONTELLO, J. Cais da Sagração. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.

QUESTÃO 10
UEMA 2018: Considerando as combinações lexicais responsáveis pelos efeitos de sentido, a explicação coerente sobre as palavras ou as expressões selecionadas é a seguinte:

a) “tisnado com as primeiras sombras” representa o tom brilhante da luz esmaecida.
b) “sibilava”, “adernava”, “enchia” sugerem evocação serena da memória.
c) “voz diferente”, “barras sanguíneas”, “força brutal” compõem a expressividade de uma onomatopeia.
d) “rasgada ao meio” expressa a fragilidade do pano de toalha estendida.
e) “desafio”, “bravia”, “rangido” caracterizam um espaço intimidador aos embarcados.

Resposta.

Leia o texto VIII para responder à questão 11.

Texto VIII

Cavaleiro no seu cavalo, lá vai Mestre Severino pela planura desatada, senhor das rédeas, do chicote e das esporas. O vento lhe bate em meio no rosto queimado de sol. E ele galopa sempre, sem que seja preciso fustigar a montaria com as rosetas de metal. Mestre Severino sabe que a serenidade do mar nem sempre perdura. De repente o vento cresce, vira e desembesta. Seu gemido longo e fino se converte em alarido de muitas vozes, enquanto as velas do barco se debatem numa palpitação de asas em agonia, cercadas pelas ondas revoltas de um rebanho em disparada. É preciso correr, acudir, lutar, ora com o leme, ora com as velas, ora com as escotas, ou então descer todos os panos e só deixar o casco no combate. Em seguida as vagas se aplacam, o céu se destolda, abrem-se clareiras de sol ou de estrelas, e outra vez a planura se desata, e as velas se abrem, e a quilha da proa avança, retalhando as ondas.
MONTELLO, J. Cais da Sagração. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.

QUESTÃO 11
UEMA 2018: O trecho apresenta analogias entre elementos diferentes para marcar a mensagem poética. Há analogia adequada, respectivamente, entre os seguintes termos:

a) Rosetas de metal / asas de agonia → mar / velas.
b) Rebanho / vagas → ondas revoltas / leme.
c) Clareiras de sol / chicote → casco / quilha.
d) Cavaleiro / cavalo → Mestre/ barco.
e) Estrada / gemido → vento / vozes.

Resposta.

Para responder às questões de 12 a 15, leia o artigo de opinião, extraído da Revista Planeta.

Texto IX
Homem e Máquina

Desde que as primeiras máquinas começaram a atuar em fábricas, as queixas sobre a perda de postos de trabalho são constantes. Um estudo divulgado em 2015 revelou que a tecnologia, na verdade, criou mais empregos do que eliminou.

“A tendência de reduzir postos de trabalho na agricultura e na indústria é compensada pelo rápido crescimento nos setores de serviços, criatividade e tecnologia”, dizem os economistas que analisaram dados dos últimos 144 anos para avaliar como os avanços na tecnologia afetaram o emprego na Inglaterra e no País de Gales. Eles falam em uma “mudança profunda” nas relações de trabalho. [...]

Os dados confirmam a ideia de que os robôs livram o homem de trabalhos pesados ou degradantes. As inovações tecnológicas reduziram os postos de trabalho em atividades maçantes, perigosas e repetitivas. O setor agrícola foi o primeiro a se beneficiar disso. [...]

Uma pesquisadora de Massachussets Institute of Technology (MIT), especialista nas relações humanosrobôs, é menos alarmista em relação à perda de postos para as máquinas. “A automação pode até ter substituído os humanos em algumas áreas, mas a tecnologia atual ainda não é suficiente para o trabalho totalmente sem humanos. Isso significa que boa parte do desenvolvimento hoje vai na direção de termos robôs criados para trabalhar com os humanos, em vez de substituí-los”, afirmou à PLANETA.

Um professor do departamento de Ciência da Computação da USP preocupa-se com uma troca de mão de obra. “Os robôs deveriam substituir o trabalho humano apenas em duas condições: na medida em que o trabalho desagrada o ser humano e na medida em que se dê um trabalho mais digno para a pessoa substituída”, avalia. Para ele, há risco de as pessoas tratarem colegas como máquinas.
Revista Planeta. 2017. (Adaptado).

QUESTÃO 12
UEMA 2018: Considerando as ideias expostas no texto sobre a relação homem e máquina, compreende-se que o artigo apresenta

a) argumentação contrária à inserção da tecnologia moderna no setor agrícola, com analogias.
b) sugestão de automação dos robôs como parceria ideal para plena convivência com o trabalhador, sem concessões.
c) ideia de que máquinas são infalíveis ante a rejeição à mão de obra qualificada do profissional, sem justificativa.
d) defesa de que métodos humanos de criatividade tornam-se obsoletos em confronto com a inteligência da máquina, sem alternativas.
e) posicionamentos diversos, conforme as diferentes áreas de trabalho, com comparações.

Resposta.

QUESTÃO 13
UEMA 2018: No primeiro parágrafo, a expressão que serve para revelar a intenção do autor sobre o seu posicionamento, a respeito do que é dito, é

a) “as queixas”.
b) “desde que”.
c) “na verdade”.
d) “que eliminou”.
e) “mais empregos”.

Resposta.

QUESTÃO 14
UEMA 2018: No penúltimo parágrafo do texto, a pesquisadora do MIT, em sua fala, demonstra

a) ceticismo perante o avanço das pesquisas.
b) prudência com as inovações tecnológicas.
c) criticidade ante às limitações humanas.
d) entusiasmo diante da relação homem/máquina.
e) dúvida quanto à substituição dos homens pelos robôs.

Resposta.

QUESTÃO 15
UEMA 2018: Da análise do trecho: “A tendência de reduzir postos de trabalho na agricultura e na indústria é compensada pelo rápido crescimento nos setores de serviços, criatividade e tecnologia‟, dizem os economistas que analisaram dados dos últimos 144 anos para avaliar como os avanços na tecnologia afetaram o emprego na Inglaterra e no País de Gales [...]” depreende-se que o sujeito de dizem é modificado por

a) “que analisaram dados dos últimos 144 anos” → oração subordinada adjetiva.
b) “de reduzir postos de trabalho na agricultura e na indústria” → oração substantiva apositiva.
c) “para avaliar como os avanços na tecnologia” → oração subordinada adverbial final.
d) “como os avanços na tecnologia afetaram o emprego” → oração substantiva objetiva direta.
e) “é compensada pelo rápido crescimento nos setores” → oração subordinada adverbial consecutiva.

Questões Linguagens, Códigos e suas Tecnologias da UEMA 2018 Questões Linguagens, Códigos e suas Tecnologias da UEMA 2018 Reviewed by Redação on agosto 19, 2018 Rating: 5

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