Questões de Inglês do ITA 2019 com Resolução

Questões de Inglês do ITA 2019 com Resolução

QUESTÕES DE:
FÍSICA
PORTUGUÊS
INGLÊS
MATEMÁTICA
QUÍMICA

Inglês

As questões de 25 a 29 referem-se ao texto a seguir:

A picture of Brighton beach in 1976, featured in the Guardian a few weeks ago, appeared to show an alien race. Almost everyone was slim. I mentioned it on social media, then went on holiday. When I returned, I found that people were still debating it. The heated discussion prompted me to read more. How have we grown so fat, so fast? To my astonishment, almost every explanation proposed in the thread turned out to be untrue. [...] The obvious explanation, many on social media insisted, is that we’re eating more. [...]

So here’s the first big surprise: we ate more in 1976. According to government figures, we currently consume an average of 2,130 kilocalories a day, a figure that appears to include sweets and alcohol. But in 1976, we consumed 2,280 kcal excluding alcohol and sweets, or 2,590 kcal when they’re included. I have found no reason to disbelieve the figures. [...]

So what has happened? The light begins to dawn when you look at the nutrition figures in more detail. Yes, we ate more in 1976, but differently. Today, we buy half as much fresh milk per person, but five times more yoghurt, three times more ice cream and – wait for it – 39 times as many dairy desserts. We buy half as many eggs as in 1976, but a third more breakfast cereals and twice the cereal snacks; half the total potatoes, but three times the crisps. While our direct purchases of sugar have sharply declined, the sugar we consume in drinks and confectionery is likely to have rocketed (there are purchase numbers only from 1992, at which point they were rising rapidly. Perhaps, as we consumed just 9kcal a day in the form of drinks in 1976, no one thought the numbers were worth collecting.) In other words, the opportunities to load our food with sugar have boomed. As some experts have long proposed, this seems to be the issue.

The shift has not happened by accident. As Jacques Peretti argued in his film The Men Who Made Us Fat, food companies have invested heavily in designing products that use sugar to bypass our natural appetite control mechanisms, and in packaging and promoting these products to break down what remains of our defenses, including through the use of subliminal scents. They employ an army of food scientists and psychologists to trick us into eating more than we need, while their advertisers use the latest findings in neuroscience to overcome our resistance.

They hire biddable scientists and thinktanks to confuse us about the causes of obesity. Above all, just as the tobacco companies did with smoking, they promote the idea that weight is a question of “personal responsibility”. After spending billions on overriding our willpower, they blame us for failing to exercise it.

To judge by the debate the 1976 photograph triggered, it works. “There are no excuses. Take responsibility for your own lives, people!” “No one force feeds you junk food, it’s personal choice. We’re not lemmings.” “Sometimes I think having free healthcare is a mistake. It’s everyone’s right to be lazy and fat because there is a sense of entitlement about getting fixed.” The thrill of disapproval chimes disastrously with industry propaganda. We delight in blaming the victims.

More alarmingly, according to a paper in the Lancet, more than 90% of policymakers believe that “personal motivation” is “a strong or very strong influence on the rise of obesity”. Such people propose no mechanism by which the 61% of English people who are overweight or obese have lost their willpower. But this improbable explanation seems immune to evidence.

Perhaps this is because obesophobia is often a fatly-disguised form of snobbery. In most rich nations, obesity rates are much higher at the bottom of the socioeconomic scale. They correlate strongly with inequality, which helps to explain why the UK’s incidence is greater than in most European and OECD nations. The scientific literature shows how the lower spending power, stress, anxiety and depression associated with low social status makes people more vulnerable to bad diets.

Just as jobless people are blamed for structural unemployment, and indebted people are blamed for impossible housing costs, fat people are blamed for a societal problem. But yes, willpower needs to be exercised – by governments. Yes, we need personal responsibility – on the part of policymakers. And yes, control needs to be exerted – over those who have discovered our weaknesses and ruthlessly exploit them.
Fonte: Adaptado de:
<https://www.theguardian.com/commentisfree/2018/aug/15/ag
e-of-obesity-shaming-overweight-people/>. Acesso em: ago. 2018.

QUESTÃO 25
(ITA 2019) De acordo com o texto, em comparação com 1976, atualmente nós compramos

a) 50% a mais de leite fresco.
b) 3% a mais de cereais matinais.
c) 39 vezes menos sobremesas lácteas.
d) uma quantidade três vezes maior de sorvete.
e) uma quantidade três vezes menor de batatas fritas.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 26
(ITA 2019) De acordo com o texto, é correto afirmar que

a) atualmente consumimos 2.130 quilocalorias por dia, ao passo que em 1976 o consumo diário era de 2.280 quilocalorias, incluindo doces e álcool.

b) os dados indicam que, em comparação com 1976, nosso consumo de açúcar de forma indireta sofreu um delírio acentuado.

c) somente existem dados referentes ao consumo indireto de açúcar incluindo bebidas e produtos de confeitaria até o ano de 1992.

d) a indústria alimentícia tem recorrido à contratação de cientistas para orientar a população em relação às verdadeiras causas da obesidade.

e) a discussão desencadeada pela foto de 1976 sinaliza que a estratégia de culpar o obeso por sua própria condição tem se revelado eficaz.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 27
(ITA 2019) De acordo com o texto,

a) o posicionamento dos legisladores em relação à obesidade é embasado em dados das pesquisas mais recentes em neurociências.

b) apenas menos de 10% dos legisladores não acreditam que a motivação pessoal exerça forte influência no aumento da obesidade.

c) os legisladores são capazes de apontar todos os mecanismos que são considerados responsáveis pela perda de força de vontade.

d) o sobrepeso e a obesidade, que atualmente afetam 61% da população inglesa, são atribuídos, pelos legisladores, a fatores como estresse e ansiedade.

e) as explicações fornecidas pelos legisladores acerca das causas do aumento da obesidade são plausíveis e encontram respaldo em evidências.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 28
(ITA 2019) De acordo com o texto, é correto afirmar que o autor sustenta que

a) cada pessoa deve assumir a responsabilidade por seu peso, uma vez que ninguém é obrigado a consumir alimentos prejudiciais à saúde.

b) as pessoa são preguiçosas e não se preocupam com a saúde, pois sentem que têm direito assegurado a assistência médica gratuita.

c) nos países ricos há menos pessoas obesas do que em países mais pobres, pois a ciência evidencia que a causa da obesidade reside no baixo poder de compra.

d) a força de vontade, bem como a responsabilidade pessoal, devem ser exercidas; porém, pelos governantes e legisladores, respectivamente.

e) o governo deve controlar as fraquezas descobertas nos obsessos, da mesma forma que controla problema como o desemprego.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 29
(ITA 2019) Assinale a alternativa que pode substituir ‘as’ na sentença “As Jacques Peretti argued in his film The Men Who Made Us Fat, food companies have invested heavily in designing products [...]” (linhas 37-40) mantendo o mesmo sentido do texto e a correção gramatical.

a) In line with what
b) In contempt of
c) During the time
d) Considering that
e) Despite the fact that

GABARITO E RESOLUÇÃO.

As questões de 30 a 32 referem-se à tirinha a seguir:
As questões de 30 a 32 referem-se à tirinha a seguir

QUESTÃO 30
(ITA 2019)  De acordo com a tirinha,

a) o chefe está criticando um jornal concorrente por não verificar fatos, não se apoiar em fontes confiáveis e usar títulos sensacionalistas.

b) o jornalista justifica a seu chefe o porquê de escrever matérias que não respeitam o código de ética dos jornalistas.

c) o jornalista salienta que aquele tipo de matéria é o que causa mais repercussão; ainda assim, seu chefe desaprova seu uso.

d) após a crítica do chefe, o jornalista concorda em seguir o código de ética dos jornalistas e zelar pelo conteúdo de suas matérias.

e) o chefe do jornalista está zangado porque seguir os princípios éticos do jornalismo causa prejuízos para a sua empresa.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 31
(ITA 2019) No último quadrinho, o chefe do jornalista

a) solicita que ele lhe mostre as imagens da matéria que está escrevendo.

b) fica entusiasmado porque ele concorda que as imagens são sensacionalistas.

c) demonstra interesse e pede que ele lhe mostre os dados do teste mencionado.

d) muda de ideia e demanda que ele exiba as ilustrações dos jornais concorrentes.

e) rende-se à lógica das redes sociais, após checar a repercussão das fotos publicadas.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 32
(ITA 2019) No contexto da tirinha, todas as palavras pertencem à mesma classe gramatical, EXCETO:

a) lies
b) testing
c) shows
d) clicks
e) likes

GABARITO E RESOLUÇÃO.

As questões de 33 a 36 referem-se ao texto a seguir:

Artificial Intelligence (AI) is going to play an enormous role in our lives and in the global economy. It is the key to self-driving cars, the Amazon Alexa in your home, autonomous trading desks on Wall Street, innovation in medicine, and cyberwar defenses.

Technology is rarely good nor evil — it’s all in how humans use it. AI could do an enormous amount of good and solve some of the world’s hardest problems, but that same power could be turned against us. AI could be set up to inflict bias based on race or beliefs, invade our privacy, learn about and exploit our personal weaknesses — and do a lot of nefarious things we can’t yet foresee.

Which means that our policymakers must understand and help guide AI so it benefits society. [...] We don’t want overreaching regulation that goes beyond keeping us safe and ends up stifling innovation. Regulators helped make it so difficult to develop atomic energy, today the U.S. gets only 20% of its electricity from nuclear power. So, while we need a Federal Artificial Intelligence Agency, or FAIA, I would prefer to see it created as a public-private partnership. Washington should bring in AI experts from the tech industry to a federal agency designed to understand and direct AI and to inform lawmakers. Perhaps the AI experts would rotate through Washington on a kind of public service tour of duty.

Importantly, we’re at the beginning of a new era in government — one where governance is software-defined. The nature of AI and algorithms means we need to develop a new kind of agency — one that includes both humans and software. The software will help monitor algorithms. Existing, old-school regulations that rely on manual enforcement are too cumbersome to keep up with technology and too “dumb” to monitor algorithms in a timely way.

Software-defined regulation can monitor software-driven industries better than regulations enforced by squads of regulators. Algorithms can continuously watch emerging utilities such as Facebook, looking for details and patterns that humans might never catch, but nonetheless signal abuses. If Congress wants to make sure Facebook doesn’t exploit political biases, it could direct the FAIA to write an algorithm to look for the behavior.

It’s just as important to have algorithms that keep an eye on the role of humans inside these companies. We want technology that can tell if Airbnb hosts are illegally turning down minorities or if Facebook’s human editors are squashing conservative news headlines.

The watchdog algorithms can be like open-source software — open to examination by anyone, while the companies keep private proprietary algorithms and data. If the algorithms are public, anyone can run various datasets against them and analyze for “off the rails” behaviors and unexpected results.

Clearly, AI needs some governance. As Facebook is proving, we can’t rely on companies to monitor and regulate themselves. Public companies, especially, are incentivized to make the biggest profits possible, and their algorithms will optimize for financial goals, not societal goals. But as a tech investor, I don’t want to see an ill-informed Congress set up regulatory schemes for social networks, search and other key services that then make our dynamic tech companies as dull and bureaucratic as electric companies. [...] Technology companies and policymakers need to come together soon and share ideas about AI governance and the establishment of a software-driven AI agency. [...]

Let’s do this before bad regulations get enacted — and before AI gets away from us and does more damage. We have a chance right now to tee up AI so it does tremendous good. To unleash it in a positive direction, we need to get the checks and balances in place right now.
Adaptado de
<https://www.marketwatch.com/story/artificialintelligence-is-too-powerful-to-be-left-to-facebookamazon-and-other-tech-giants-2018-04-23>.
Acesso em: jun. 2018.

QUESTÃO 33
(ITA 2019) Assinale a alternativa incorreta. No texto, o autor afirma que

a) os legisladores precisam compreender a inteligência artificial para que possam criar regulamentações que nos mantenham seguros, porém sem refrear a inovação.

b) embora haja a necessidade de uma agência reguladora, ele preferiria que ela funcionasse como uma parceria público-privada, contando com consultores da indústria tecnológica,

c) estamos no início de uma nova era, na qual a governança é definida por software, o que leva à necessidade de um novo tipo de agência, que inclua tanto software quanto seres humanos.

d) as empresas públicas, em especial, são incentivadas a se automonitorar e se autorregular a fim de que seus algoritmos maximizem ora metas financeiras, ora metas sociais.

e) por ser um investidor em tecnologia, ele não deseja que um Congresso mal informado crie regulamentações que tornem as empresas de tecnologia burocráticas demais.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 34
(ITA 2019) O autor defende uma regulação definida por software, pois

I. a considera mais adequada para monitorar indústrias orientadas por software do que regulações impostas por equipes de reguladores humanos.

II. algoritmos podem procurar por detalhes e padrões que os seres humanos talvez nunca pudessem descobrir, mas que, não obstante, são indicativos de abusos.

III. precisamos de tecnologia que seja capaz de identificar comportamentos como o do Facebook que, ao explorar vieses políticos, difundiu manchetes de partidos conservadores.

IV. é importante que algoritmos monitorem o papel dos seres humanos em empresas orientadas por software para evitar que minorias sejam prejudicadas na utilização de serviços.

Estão corretas apenas

a) I e lI.
b) I, II e IV.
c) I, III e IV.
d) II, III e IV.
e) II e IV.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 35
(ITA 2019) A palavra ou expressão sublinhada na primeira coluna pode ser substituída pela palavra ou expressão na segunda coluna em todas as opções, mantendo o mesmo sentido, exceto em:

a) The watchdog algorithms can be like open-source software [...] → guardian
b) [...] and analyze for “off the rails” behaviors [...] → illegal
c) [...] before bad regulations get enacted [...] → are/sanctioned
d) We have a chance right now to tee up AI [...] → organize
e) To unleash it in a positive direction [...] → restrain

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 36
(ITA 2019) Observe o uso da palavra ‘so’ nas frases abaixo.

I. [...] and help guide AI so it benefits society [...] (linha 16)

II. Regulators helped make it so difficult to develop [...] (linha 19)

III. So, while we need a Federal Artificial Intelligence Agency, or FAIA [ ... ] (linhas 21 e 22)

Assinale a alternativa que explica respectivamente, o uso de ‘so’.

a) Para expressar propósito, como intensificador, para sintetizar ideias anteriores.

b) Para expressar resultado, para indicar tamanho ou extensão, para substituir uma oração.

c) Para introduzir uma decisão, como advérbio de modo, com sentido de ‘até o momento’.

d) Para indicar confirmação, para expressar efeito, como conjunção adversativa.

e) Para indicar inclusão, como preposição, para indicar a relevância do que será expresso.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

Questões de Inglês do ITA 2019 com Resolução Questões de Inglês do ITA 2019 com Resolução Reviewed by Redação on novembro 30, 2018 Rating: 5

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