Questões de Português do ITA 2019 com Resolução

Questões de Português do ITA 2019 com Resolução

QUESTÕES DE:
FÍSICA
PORTUGUÊS
INGLÊS
MATEMÁTICA
QUÍMICA

Português

As questões de 13 a 16 referem-se ao texto a seguir:

Texto 1

As discussões muitas vezes acaloradas sobre o reconhecimento da pixação como expressão artística trazem à tona um questionamento conceitual importante: uma vez considerado arte contemporânea, o movimento perderia sua essência? Para compreendermos os desdobramentos da pixação, alguns aspectos presentes no graffiti são essenciais e importantes de serem resgatados. O graffiti nasceu originalmente nos EUA, na década de 1970, como um dos elementos da cultura hip-hop (Break, MC, DJ e Graffiti). Daí até os dias atuais, ele ganhou em força, criatividade e técnica, sendo reconhecido hoje no Brasil como graffiti artístico. Sua caracterização como arte contemporânea foi consolidada definitivamente por volta do ano 2000.

A distinção entre graffiti e pixação é clara; ao primeiro é atribuída a condição de arte, e o segundo é classificado como um tipo de prática de vandalismo e depredação das cidades, vinculado à ilegalidade e marginalidade. Essa distinção das expressões deu-se em boa parte pela institucionalização do graffiti, com os primeiros resquícios já na década de 1970.

Esse desenvolvimento técnico e formal do graffiti ocasionou a perda da potência subversiva que o marca como manifestação genuína de rua e caminha para uma arte de intervenção domesticada enquadrada cada vez mais nos moldes do sistema de arte tradicional. O grafiteiro é visto hoje como artista plástico, possuindo as características de todo e qualquer artista contemporâneo, incluindo a prática e o status. Muito além da diferenciação conceitual entre as expressões – ainda que elas compartilhem da mesma matéria-prima – trata-se de sua força e essência intervencionista.

Estudos sobre a origem da pixação afirmam que o graffiti nova-iorquino original equivale à pixação brasileira; os dois mantêm os mesmos princípios: a força, a explosão e o vazio. Uma das principais características do pixo é justamente o esvaziamento sígnico, a potência esvaziada. Não existem frases poéticas, nem significados. A pixação possui dimensão incomunicativa, fechada, que não conversa com a sociedade. Pelo contrário, de certa forma, a agride. A rejeição do público geral reside na falta de compreensão e intelecção das inscrições; apenas os membros da própria comunidade de pixadores decifram o conteúdo.

A significância e a força intervencionista do pixo residem, portanto, no próprio ato. Ela é evidenciada pela impossibilidade de inserção em qualquer estatuto pré-estabelecido, pois isso pressuporia a diluição e a perda de sua potência signo-estética. Enquanto o graffiti foi sendo introduzido como uma nova expressão de arte contemporânea, a pichação utilizou o princípio de não autorização para fortalecer sua essência.

Mas o quão sensível é essa forma de expressão extremista e antissistema como a pixação? Como lidar com a linha tênue dos princípios estabelecidos para não cair em contradição? Na 26.a Bienal de Arte de São Paulo, em 2004, houve um caso de pixo na obra do artista cubano naturalizado americano, Jorge Pardo. Seu comentário, diante da intervenção, foi "Se alguém faz alguma coisa no seu trabalho, isso é positivo, para mim, porque escolheram a minha peça entre as expostas" [...]. "Quem fez isso deve discordar de alguma coisa na obra. Pode ser outro artista fazendo sua própria obra dentro da minha. Pode ser só uma brincadeira" e finalizou dizendo que "pichar a obra de alguém também não é tão incomum. Já é tradicional".

É interessante notar, a partir do depoimento de Pardo, a recorrência de padrões em movimentos de qualquer natureza, e o inevitável enquadramento em algum tipo de sistema, mesmo que imposto e organizado pelos próprios elementos do grupo. Na pixação, levando em conta o "sistema" em que estão inseridos, constatamos que também passa longe de ser perfeito; existe rivalidade pesada entre gangues, hierarquia e disputas pelo "poder".

Em 2012, a Bienal de Arte de Berlim, com o tema "Forget Fear", considerado ousado, priorizou fatos e inquietações políticas da atualidade. Os pixadores brasileiros, Cripta (Djan Ivson), Biscoito, William e R.C., foram convidados na ocasião para realizar um workshop sobre pixação em um espaço delimitado, na igreja Santa Elizabeth. Eles compareceram. Mas não seguiram as regras impostas pela curadoria, ao pixar o próprio monumento. O resultado foi tumulto e desentendimento entre os pixadores e a curadoria do evento.

O grande dilema diante do fato é que, ao aceitarem o convite para participar de uma bienal de arte, automaticamente aceitaram as regras e o sistema imposto. Mesmo sem adotar o comportamento esperado, caíram em contradição. Por outro lado, pela pichação ser conhecidamente transgressora (ou pelo jeito, não tão conhecida assim), os organizadores deveriam pressupor que eles não seguiriam padrões pré-estabelecidos.

Embora existam movimentos e grupos que consideram, sim, a pixação como forma de arte, como é o caso dos curadores da Bienal de Berlim, há uma questão substancial que permeia a realidade dos pichadores. Quem disse que eles querem sua expressão reconhecida como arte? Se arte pressupõe, como ocorreu com o graffiti, adaptar-se a um molde específico, seguir determinadas regras e por consequência ver sua potência intervencionista diluída e branda, é muito improvável que tenham esse desejo.

A representação da pixação como forma de expressão destrutiva, contra o sistema, extremista e marginalizada é o que a mantêm viva. De certo modo, a rejeição e a ignorância do público é o que garante sua força intervencionista e a tão importante e sensível essência.
Adaptado de: CARVALHO, M. F. Pichação-arte é pixação?
Revista Arruaça, Edição n° O. Cásper Libero, 2013. Disponível em
<https:/Icasperlibero.edu.br/revistas/pichacao-arte-e-pixacao/>
Acesso em: maio 2018.

QUESTÃO 13
(ITA 2019) Podemos afirmar que o texto

a) entende que grafite é arte desprovida de crítica social e pichação simboliza a revolta popular.

b) considera grafite como arte institucionalizada e pichação como manifestação popular transgressora.

c) reconhece que a preocupação estética é exatamente a mesma em ambas: as manifestações.

d) defende que o "pixo" é arte, ainda que não apresente mensagens poéticas identificáveis.

e) assume que pichação e grafite transmitem a mesma mensagem, mas em contextos sociais diferentes.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 14
(ITA 2019) De acordo com o texto, é incorreto afirmar que

a) a comunidade de pichadores não necessariamente demonstra interesse no reconhecimento da pichação como um movimento artístico.

b) os pichadores assumem uma forma de expressão mais provocadora, ao transgredir até mesmo as regras das instituições culturais.

c) a pichação é uma forma de expressão marginalizada, assumida por alguns grupos como traço identitário.

d) os códigos e as mensagens manifestados na pichação costumam ser compreendidos somente pela própria comunidade de pichadores.

e) a essência da pichação é ser uma forma de expressão utilizada para delimitação de territórios por gangues e grupos rivais.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 15
(ITA 2019) Assinale a alternativa cujo trecho sublinhado denota uma condição.

a) [ ... ] trazem à tona um questionamento conceitual importante: uma vez considerado arte contemporânea, o movimento perderia sua essência?

b) [ ... ] ele ganhou em força, criatividade e técnica, sendo reconhecido hoje no Brasil como graffiti artístico.

c) Muito além da diferenciação conceitual entre as expressões - ainda que elas compartilhem da mesma matéria-prima [ ... ]

d) Ela é evidenciada pela impossibilidade de inserção em qualquer estatuto pré-estabelecido, pois isso pressuporia a diluição e a perda de sua potência signo-estética.

e) "Se alguém faz alguma coisa no seu trabalho, isso é positivo, para mim, porque escolheram a minha peça entre as expostas" [ ... ]

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 16
(ITA 2019) Assinale a alternativa em que o trecho sublinhado expressa idéia de causa.

a) Essa distinção das expressões deu-se em boa parte pela institucionalização do graffiti, com os primeiros resquícios já na década de 1970.

b) Enquanto o graffiti foi sendo introduzido como uma nova expressão de arte contemporânea, a pichação utilizou o princípio de não autorização para fortalecer sua essência.

c) A rejeição do público geral reside na falta de compreensão e intelecção das inscrições; apenas os membros da própria comunidade decifram o conteúdo.

d) Mesmo sem adotar o comportamento esperado, caíram em contradição.

e) O grafiteiro é visto hoje como artista plástico, possuindo as características de todo e qualquer artista contemporâneo, incluindo a prática e o status.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

As questões de 17 a 19 referem-se ao texto a seguir:

Texto 2

Em frente da minha casa existe um muro enorme, todo branco. No Facebook, uma postagem me chama atenção: é um muro virtual e a brincadeira é pichá-la com qualquer frase que vier à cabeça. Não quero pichar o mundo virtual, quero um muro de verdade, igual a este de frente para a minha casa. Pelas ruas e avenidas, vou trombando nos muros espalhados pelos quarteirões, repletos de frases tolas, xinga mentos e erros de português. Eu bem poderia modificar isso.

"O caminho se faz caminhando", essa frase genial, tão forte e certeira do poeta espanhol Antonio Machado, merece aparecer em diversos muros. Basta pensar um pouco e imaginar; de fato, não há caminho, o caminho se faz ao caminhar.

De repente, vejo um prédio inteiro marcado por riscos sem sentido e me calo. Fui tentar entender e não me faltaram explicações: é grafite, é tribal, coisas de difícil compreensão. As explicações prosseguem: grafite é arte, pichar é vandalismo. O pequeno vândalo escondido dentro de mim busca frases na memória e, então, sinto até o cheiro da lama de Woodstock em letras garrafais: "Não importam os motivos da guerra, a paz é muito mais importante".

Feito uma folha deslizando pelas águas correntes do rio me surge a imagem de John Lennon; junto dela, outra frase: "O sonho não acabou", um tanto modificada pela minha mão, tornando-se: o sonho nunca acaba. E minha cabeça já se transforma num muro todo branco.

Desde os primórdios dos tempos, usamos a escrita como forma de expressão, os homens das cavernas deixaram pichados nas rochas diversos sinais. Num ato impulsivo, comprei uma tinta spray, atravessei a rua chacoalhando a lata e assim prossegui até chegar à minha sala, abraçado pela ansiedade aumentada a cada passo. Coloquei o dedo no gatilho do spray e fiquei respirando fundo, juntando coragem e na mente desenhando a primeira frase para pichar, um tipo de lema, aquela do Lô Borges: "Os sonhos não envelhecem" – percebo, num sorrir de canto de boca, o quanto os sonhos marcam a minha existência.

Depois arriscaria uma frase que criei e gosto: "A lagarta nunca pensou em voar, mas daí, no espanto da metamorfose, lhe nasceram asas...". Ou outra, completamente tola, me ocorreu depois de assistir a um documentário, convencido de que o panda é um bicho cativante, mas vive distante daqui e sua agonia não é menor das dos nossos bichos. Assim pensando, as letras duma nova pichação se formaram num estalo: "Esqueçam os pandas, salvem as jaguatiricas!".

No muro do cemitério, escreveria outra frase que gosto: "Em longo prazo estaremos todos mortos", do John Keynes, que trago comigo desde os tempos da faculdade. Frases de túmulos ganhariam os muros; no de Salvador Allende está consagrado, de autoria desconhecida: "Alguns anos de sombras não nos tornarão cegos." Sempre apegado aos sonhos, picharia também uma do Charles Chaplin: "Nunca abandone os seus sonhos, porque se um dia eles se forem, você continuará vivendo, mas terá deixado de existir".

Claro, eu poderia escrever essas frases num livro, num caderno ou no papel amassado que embrulha o pão da manhã, mas o muro me cativa, porque está ao alcance das vistas de todos e quero gritar para o mundo as frases que gosto; são tantas, até temo que me faltem os muros. Poderia passar o dia todo pichando frases, as linhas vão se acabando e ainda tenho tanto a pichar ... "É preciso muito tempo para se tornar jovem", de Picasso, "Há um certo prazer na loucura que só um louco conhece", de Neruda, "Se me esqueceres, só uma coisa, esquece-me bem devagarzinho", cravada por Mário Quintana...

Encerro com Nietzsche: "Isto é um sonho, bem sei, mas quero continuar a sonhar", que serve para exemplificar o que sinto neste momento, aqui na minha sala, escrevendo no computador o que gostaria de jogar nos muros lá fora, a custo me mantendo calmo, um olho na tela, outro voltado para o lado oposto da rua. Lá tem aquele muro enorme, branco e virgem, clamando por frases. Não sei quanto tempo resistirei até puxar gatilho do spray.
Adaptado de: ALVEZ. A. L. Um muro para pichar.
Correio do Estado. fev 2018. Disponível em
<https:// www. correio do estado.com.br/
opiniao/leia-a- cronica-de-andre-luiz-alvez-um-muro
-oara-oichar/321 052/> Acesso em: ago. 2018.

QUESTÃO 17
(ITA 2019) Por ser uma crônica, o texto 2 apresenta formas coloquiais, que por vezes distanciam o texto da norma padrão da língua portuguesa. Assinale a alternativa em que ocorre desvio da norma culta.

a) Fui tentar entender e não me faltaram explicações: é grafite, é tribal, coisas de difícil compreensão.

b) O pequeno vândalo escondido dentro de mim busca frases na memória e, então, sinto até o cheiro da lama de Woodstock [...]

c) Depois arriscaria uma frase que criei e gosto [...]

d) Desde os primórdios dos tempos, usamos a escrita como forma de expressão [...]

e) Poderia passar o dia todo pichando frases, as linhas vão se acabando e ainda tenho tanto a pichar...

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 18
(ITA 2019) Assinale a alternativa em que o item sublinhado não é pronome relativo.

a) a brincadeira é pichá-lo com qualquer frase que vier à cabeça
b) ou no papel amassado que embrulha o pão da manhã
c) tantas, até temo que me faltem os muros
d) há um certo prazer na loucura que só um louco conhece
e) que serve para exemplificar o que sinto neste momento

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 19
(ITA 2019) A partir da leitura dos textos 1 e 2, depreende-se que

I. os autores reiteram que grafite e pichação não são práticas artísticas bem aceitas por toda a sociedade.

lI. o texto 1 menciona a ausência de poesia na pichação; o texto 2 explora a possibilidade de essa prática disseminar cultura.

llI. o texto 1 contrasta grafite e pichação; já o texto 2 expressa motivações subjetivas do autor para pichar.

Está/ão correta/s:

a) apenas I e II.
b) apenas I e III.
c) apenas II.
d) apenas II e III.
e) todas.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

A questão 20 refere-se à charge a seguir:
EI VOCÊS AÍ TEJE PRESO POR CRIME AMBIENTAL

QUESTÃO 20
(ITA 2019) Assinale a alternativa que exprime o teor crítico da charge.

a) A pichação somente contribui para o aumento da poluição visual da cidade.

b) É necessário investir efetivamente em educação para a conscientização ambiental.

c) Há incoerência entre a proibição governamental e sua efetiva fiscalização.

d) A pichação é uma forma ilegítima de protesto social e educacional.

e) Os pichadores demonstram total indiferença com o meio ambiente e a lei.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 21
(ITA 2019) Senhora, de José de Alencar, é uma obra representativa do Romantismo porque apresenta

a) um par romântico que, para se casar, enfrenta a rivalidade de suas famílias.

b) personagens masculinas cuja retidão de caráter é sempre inabalável.

c) importantes cenários naturais, circunscritos ao ambiente urbano.

d) o protagonista moldado irreversivelmente pela educação e pelo meio social.

e) uma protagonista virtuosa e movida sobretudo pelo sentimento amoroso.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 22
(ITA 2019) No Realismo, o adultério subverte o ideal romântico de casamento. Machado de Assis, porém, costuma tratá-lo de modo ambíguo, valendo-se, por exemplo, do ciúme masculino ou da dubiedade feminina. Com isso, em seus romances, a traição nem sempre é comprovada, ou, mesmo que desejada pela mulher, não se consuma.

Constatamos tal ambiguidade em Quincas Borba, quando

a) Palha se enraivece com os olhares de desejo que os homens dirigem a Sofia nos eventos sociais.

b) Sofia decide não contar ao marido que Rubião a assediou certa noite, no jardim da casa deles.

c) Palha, mesmo interessado na riqueza de Rubião, decide confrontá-lo ao perceber o assédio dele a Sofia.

d) Sofia tenta esconder do marido o interesse que tem por Carlos Maria, que a seduziu em um baile.

e) Sofia, mesmo interessada em Carlos Maria, faz de tudo para que Maria Benedita se case com ele.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 23
(ITA 2019) São Bernardo, de Graciliano Ramos, é obra representativa da Geração de 30. Em relação ao protagonista, podemos dizer que

a) mesmo sendo um proprietário de terras de perfil feudal, não se envolve sexualmente com as serviçais da fazenda.

b) por ter cometido assassinatos para tornar-se o dono de sua propriedade, é um homem sem nenhum traço de humanidade.

c) ele próprio reconhece que as muitas agruras pelas quais passou até enriquecer acabaram por lhe dar uma alma agreste.

d) após se tornar senhor da fazenda, esquece-se do passado e abandona, até mesmo, a sua pobre mãe de criação.

e) mesmo com a morte trágica da esposa, não chega a questionar o sentido dos atos que praticou ao longo da vida.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

QUESTÃO 24
(ITA 2019) Leia o poema de autoria de Cecília Meireles.

"Epigrama n. 04"

o choro vem perto dos olhos
para que a dor transborde e caia.
O choro vem quase chorando
como a onda que toca a praia.

Descem dos céus ordens augustas
e o mar chama a onda para o centro.
O choro foge sem vestígios,
mas levando náufragos dentro.
(MEIRELES, Cecília, Viagem/Vaga música.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.p.43)

O texto

I. aproxima metaforicamente um fenômeno humano e um fenômeno natural a partir da identificação de, pelo menos, – um traço comum a ambos: água em movimento.

II. sugere que, enquanto o movimento do choro é ligado à variação das emoções, o movimento da onda deve-se a forças naturais, responsáveis pela circularidade marítima.

III. ameniza o dramatismo do choro humano, pois, quando acomete o sujeito, ele passa naturalmente, como a onda que volta ao mar.

IV. leva-nos a perceber que o choro contido tem um impacto emocional que o torna desolador.

Estão corretas:

a) I e II apenas;
b) I, II e IV apenas;
c) I, II e IV apenas:
d) II e III apenas;
e) todas.

GABARITO E RESOLUÇÃO.

Questões de Português do ITA 2019 com Resolução Questões de Português do ITA 2019 com Resolução Reviewed by Redação on novembro 30, 2018 Rating: 5

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