Questões Sociologia UEL 2018 com Resolução

Questões Sociologia UEL 2018 com Resolução (Universidade Estadual de Londrina) SOCIOLOGIA QUESTÃO 01 UEL 2018: No Brasil, entre ...
Questões Sociologia UEL 2018 com Resolução
(Universidade Estadual de Londrina)

SOCIOLOGIA

QUESTÃO 01
UEL 2018: No Brasil, entre abril e maio de 2017, uma espécie de jogo conhecido como “Baleia Azul” causou alvoroço nas redes sociais digitais. Trata-se de uma série de desafios que culmina no suicídio do “jogador”, geralmente um indivíduo jovem. As reações, principalmente das famílias e das escolas, alertavam para a necessidade de reforçar os laços sociais e as regras de convívio coletivo. Também se disseminaram opiniões sobre a necessidade de os jovens concentrarem-se nos estudos e no trabalho como forma de manutenção do equilíbrio social. Mas o assunto não é novo em Sociologia. Os aspectos sociológicos do suicídio foram analisados por um autor clássico, Émile Durkheim, que, em 1897, publicou a obra “O Suicídio: estudo de sociologia”.

Com base na teoria de Durkheim, caracterize o “suicídio anômico” como um tipo de suicídio específico das sociedades modernas.

Resposta.

QUESTÃO 02
UEL 2018: Analise o quadro a seguir.
Um princípio explicativo das desigualdades sociais é o fato de o suprimento total de recursos socialmente valorizados ser acessado e distribuído de forma desigual, levando a sociedade a se organizar hierarquicamente.

Com base no quadro e nessa afirmação, explique a “probabilidade diferencial de homicídio”, encontrada na última coluna, como um exemplo dos efeitos da desigualdade social.

Resposta.
QUESTÃO 03
UEL 2018: Em 2016, ocorreu a deposição de Dilma Rousseff da presidência da república. Desde a eleição de 1989, que resultou na posse de um presidente eleito depois de mais de duas décadas de ditadura militar – a última eleição direta presidencial tinha ocorrido em 1960 –, esta é a segunda interrupção do mandato de um ocupante do principal cargo da república. A história republicana do Brasil é muito marcada pela instabilidade política, que se instaura sobretudo quando certas frações das classes médias ou das massas populares buscam algum protagonismo político e/ou visam impor alguma agenda de políticas públicas concernentes às suas demandas e interesses. Para Florestan Fernandes, essa instabilidade expressa características problemáticas do desenvolvimento socioeconômico, político e cultural do Brasil: permanência da dependência tecnológica e financeira ante os países centrais (desenvolvidos), concentração da propriedade da terra e da riqueza, elevada pobreza material e educacional das massas populares, caráter autocrático do Estado, entre outros. Em um país que se torna industrializado muito tardiamente,

a instabilidade transfigura-se, assim, numa espécie de ‘doença da velhice’, afirmando-se nitidamente como uma técnica antissocial de uso pacífico ou violento do poder para impedir a reorganização da sociedade nos planos econômico, político e social.
(FERNANDES, F. Sociedade de classes e subdesenvolvimento.
São Paulo: Global, 2008. p.133.)

Com base nas ideias de Florestan Fernandes e na concepção marxista de luta de classes, explique como essas características estruturais da sociedade brasileira fomentam a instabilidade das relações e instituições políticas do Brasil.

Resposta.

QUESTÃO 04
UEL 2018: O capitalismo tornou-se hegemônico na última década do século XX. No curso do seu desenvolvimento, esse sistema socioeconômico sofreu muitas transformações. Entre elas, cabe destacar, na esfera das relações de produção, a transição do padrão de estruturação técnica e organizacional fordista pelo padrão toyotista – que alguns, de modo abrangente, denominam “acumulação flexível”. Nessa transição, uma série de mudanças políticas, jurídicas e culturais ocorreram de modo entrelaçado, seja respondendo àquelas transformações ou, então, antecipando-se a elas. De acordo com o sociólogo brasileiro Ricardo Antunes, na década de 1980,

o toyotismo penetra, mescla ou mesmo substitui o padrão fordista dominante em várias partes do mundo globalizado. Vivem-se formas transitórias de produção, cujos desdobramentos são também agudos, no que diz respeito aos direitos do trabalho.
(ANTUNES, R. Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho.
2.ed. São Paulo: Cortez, 1995. p.16.)

Com base nessa contextualização e os conhecimentos científicos sobre o tema, explique os motivos pelos quais a recente reestruturação técnica e organizacional do modo de produção capitalista repercutiu sobre a legislação trabalhista e intensificou os conflitos sindicais e políticos no Brasil atual.

Resposta.

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